quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

"O primeiro amor"



Um amor inocente, de crianças.
Amor de pai, de mãe, de avô, de amigo...
Um amor incomodo que se transforma em confesso,
Um amor que não ver os seus limites,
Um amor que deixa de ser egoísta,
Um amor que luta por existir,
Um amor inesquecível,
Um amor que dói na alma, que nos faz lutar muitas vezes contra nós mesmo, mas no final se contempla no outro amor. Um encontro as cegas no infinito desejado mais do que se saciar no copo físico, comer e beber etc.  Um sorriso que se abre diante daquele(a) que nos faz tão especiais para nós mesmos. Muitas vezes um engano necessário a nossa satisfação. Um conflito, Uma representação, Um substantivo, Um adjetivo, Um inesquecível, um simples lugar onde queremos viver e sonhar. Um lúdico, um (i)racional, Umas letras bonitas, Uma pintura, um olhar parado, 

O VERBO...

Eis o infinito que nos dá e transforma nossa existência...

Inspirado no filme Flipped - O Primeiro Amor"

5 comentários:

  1. Oi, Gabriel! O amor que nos move, ele que nos motiva a seguir e a acreditar.Abraço!

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  2. Só falta chegar à lua esse amor... vlw Gabriel

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    1. acho que estou precisando trazer ele pra terra. rs

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  3. "Muitas vezes um engano necessário a nossa satisfação." Que texto perfeito! Parece até aquela conversa que n´so tivemos,lembra? E o que é o amor,de fato?? ;)

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    1. Pois é Hanna, tem um pouco de nossa conversa aqui. A poesia da vida, a vida a poesia ;)

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