psiu... tenho que falar baixinho.
passos calados
um olhar que passa despercebido e sem deixar pistas encontra o que satisfaz
os ouvidos estão atentos à voz que sacia
por dentro tem suspiros, arrepios, sinestesia... explodindo em segundos parados, em espaços divididos
um caminho se repete durante os dias, e nos acomodamos em lugares que ficam face a face
deixa-se despercebido o que se sente e um assunto qualquer acontece...
o corpo quase gritando: sorriso de canto de boca, mão se contorcendo, voz que não toma forma definida, palavras não ditas... só por estar perto ?
Mas por fora ainda se cobre o rosto...
psiu, o silêncio faz parte do segredo, mas só para quem está fora, porque onde o sangue escorre, sobressai o som, o som ensurdecedor.
Chega a madrugada e enquanto a noite toma os espaços algumas palavras tomam forma em uma poesia que apenas suspira o que arde no coração. A luz quase não existe, apenas onde se escreve... onde se bebe, onde toca um jazz ressoando ecos de sedução, de amor, de lembranças, de tanto querer.
Esse Segredo mEU que de tanto ser sEU acaba por não se endereçar. Mas alimenta o que tem sede e não se sacia.
Em segredo eu faço poesia, eu te chamo de meu bem, falo baixinho no seu ouvido, sonho contigo...
Em segredo eu passo do seu lado e te percebo enquanto você apenas passa.
passos calados
um olhar que passa despercebido e sem deixar pistas encontra o que satisfaz
os ouvidos estão atentos à voz que sacia
por dentro tem suspiros, arrepios, sinestesia... explodindo em segundos parados, em espaços divididos
um caminho se repete durante os dias, e nos acomodamos em lugares que ficam face a face
deixa-se despercebido o que se sente e um assunto qualquer acontece...
o corpo quase gritando: sorriso de canto de boca, mão se contorcendo, voz que não toma forma definida, palavras não ditas... só por estar perto ?
Mas por fora ainda se cobre o rosto...
psiu, o silêncio faz parte do segredo, mas só para quem está fora, porque onde o sangue escorre, sobressai o som, o som ensurdecedor.
Chega a madrugada e enquanto a noite toma os espaços algumas palavras tomam forma em uma poesia que apenas suspira o que arde no coração. A luz quase não existe, apenas onde se escreve... onde se bebe, onde toca um jazz ressoando ecos de sedução, de amor, de lembranças, de tanto querer.
Esse Segredo mEU que de tanto ser sEU acaba por não se endereçar. Mas alimenta o que tem sede e não se sacia.
Em segredo eu faço poesia, eu te chamo de meu bem, falo baixinho no seu ouvido, sonho contigo...
Em segredo eu passo do seu lado e te percebo enquanto você apenas passa.









